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Archive for the ‘Lent’ Category

O silêncio ensurdecedor de Deus Rasguem o coração . . . e Toquem a trombeta

Igrejas da la Comunidade Metropolitana Conselho dos Bispos e Bispas

A humanidade parece estar correria desenfreada. Todos os dias os jornais nos apresentam novas manchetes, e muitas vezes nos fata tempo para entender o que está acontecendo ao nosso redor. As cidades são um grande vai e vem de pessoas que não se relacionam mais, é cada um por si, sozinho, lutando para sobreviver às contradições da nossa vida cotidiana. Se pudéssemos parar um momento para observar o movimento nas redes sociais em todo o mundo, seríamos surpreendidos com as muitas vozes, estaríamos perplexos com a velocidade com que a informação circula de um lado para o outro. Ainda assim, ninguém parece ouvir. O voraz consumo, a pobreza, a guerra, a desigualdade são pragas que ameaçam a nossa única casa, Gaia, a Terra, a “Pachamama”.

É hora de fazer uma pausa, temos sido transeuntes constantes em nossas viagens pessoais e os nossos dias coletivos. Provavelmente nós estamos tentando resolver muitos problemas, sempre buscando soluções, talvez lutando por novos sonhos incansavelmente… E agora a tradição de nossa fé nos chama para uma pausa. Mas podemos ficar quietos num mundo de tanto barulho, tantas imagens, tantas necessidades?

Leaf and sun

O profeta Joel parece viver no mundo abalado por contradições. A grande praga que assola o país e no meio deste grande desastre o Espírito de Deus é derramado sobre seu povo. Em Joel 2, encontramos uma das leituras que mais inspiram este chamado para fazermos uma pausa na quarta feira de cinzas, início da Quaresma. Um dos versos nos convida a rasgar o coração. Rasgar o coração poderia ser interpretado como uma ação simbólica para o arrependimento, mas também como um convite para nos tornarmos vulneráveis. Silenciar por um momento nossa voz, parar nossas ações e nos tornarmos sensíveis para ouvir a Deus em nosso entorno. No mesmo texto também somos convidados a tocar as trombetas. Existe alguma coisa mais alta no mundo do que o som de uma trombeta? Você tem que tocar a trombeta para toda a comunidade, ninguém será deixado de fora e o Espírito de Deus será derramado sobre eles e elas. Embora o texto interprete a comunidade de forma muito limitada, como sendo apenas a comunidade de Sião, hoje olhamos para o texto usando lentes inclusivas. É tempo de silêncio pessoal, é temo de se sensibilizar, é tempo para gritar bem alto a chamada para todas as pessoas, não apenas aqueles com quem sempre andamos, que sempre ouvem o chamado, mas de todo o povo de Deus, toda a humanidade.

Em nossas orações em silêncio, colocamos nossas intenções e a convocação do povo de Deus, aqueles a quem amamos e também aqueles que não gostam de nós, que conhecemos bem e que temos ignorado. O chamado do Espírito de Deus se derramará sobre todas estas pessoas.

Como ICM, somos um povo chamado do exílio, da periferia, da margem. Hoje temos uma responsabilidade especial para anular as nossas opiniões, nossas ambições para estarmos juntos no silêncio ensurdecedor de Deus. Tocai a trombeta para convocar a comunidade e me encontrar com o Deus vivo que habita em todos nós. A polifonia de vozes, permitindo-nos ouvir a sinfonia de Deus. Certamente, o mundo tem sido ameaçado pela praga de nossas ações de isolamento, o individualismo de nossas vidas. É preciso rasgar nossos corações e nos prepararmos para ouvir as vozes de um Deus que chora em todos os corpos.

In the deafening silence of God Rend your heart . . . and Blow the trumpet

by the Metropolitan Community Churches Council of Elders

Humanity seems to be in a fast race. Daily newspapers tell us stories that leave us no time to understand what is happening around us. Cities are a coming and going of unconnected people, struggling to survive the contradictions of our daily lives. If we could for a moment look at the movement in social networks worldwide, we would be surprised by the many voices, we would be puzzled by the speed with which information moves from side to side. Still, no one seems to hear, still we do not seem to look at each other face to face. The voracious consumerism, poverty, armed conflicts, inequality are plagues that threaten our only home: the Gaia, the Earth, the Pachamama. (World Mother in the language of native people from South America: the Aymaras)

It’s time to take a break; we have been constant walkers in our personal journeys and our collective efforts. We probably have put a lot of efforts trying to solve many problems, perhaps we have been on a tireless hunt for solutions, maybe we have been fighting for new dreams … and now the tradition of our faith calls us to a quiet time. But, can we be quiet in a world of so much noise, so many images, so much need …?

Leaf and sun

The book of the prophet Joel seems to be developed in a world shaken by contradictions. A great plague is ravaging the country and in the middle of this great disaster God’s Spirit is poured out upon the people. In Joel 2 we find one of the readings that inspires this call to pause during Ash Wednesday, the beginning of Lent. One of the verses invites us to rend the heart. Rend the heart could be interpreted as a symbolic action to repentance, but also can be an invitation to be vulnerable. For a moment, silence our voice; for a moment, stop our actions, to be vulnerable and listening to God in our surroundings. Also the same text invites us to blow trumpets. Is there any instrument louder than a trumpet? You have to blow the trumpet to invite the whole community to join; no one will be left out. Let’s call all those who are angry and all those who are joyous; let’s call the weak and the strong. Although the text interprets the community in a very limited extent, in other words, only the community of Zion, today we look at this text with a global perspective, with a lens of inclusion. It is a moment for personal quiet time, a moment to wait within our vulnerabilities, and at the same time to be loud in our call to everyone; not just those with whom we always walked, not just those who always hear us but to call all the people of God, all humanity.

In our prayers let’s silence our strong opinions and let’s blow the trumpets to call God’s people, those whom we love and those whom we dislike, those whom we know well and those whom we have ignored; and the Spirit of God will pour over us.

We in MCC, a people called from exile, from the margins, we have today a special responsibility to set aside our opinions and our ambitions, and to be in the deafening silence of God. We should blow the trumpet to summon the whole community and meet the living God who dwells in all of us. The polyphony of voices will allow us to hear the symphony of God. Certainly the world has been threatened by the plague of humanity: our practices of exclusion, our individualism, our lives are in peril … let’s rend our hearts and prepare to hear the voices of a God who cries in all bodies.

In ohrenbetäubender Stille vor Gott Zerreißt eure Herzen . . . und blast die Posaune

Metropolitan Community Churches Ältestenrat
Die Menschheit scheint sich in einem schnellen Rennen zu befinden. Täglich lesen wir in den Zeitungen Geschichten, die uns keine Zeit lassen zu verstehen, was um uns herum passiert. Städte sind ein Kommen und Gehen von Menschen, die nicht miteinander verbunden sind und darum kämpfen, die ganzen Widersprüche unseres Alltags zu überleben. Wenn wir für einen Moment einen Blick werfen könnten auf die Bewegung in den Sozialen Netzwerken, wären wir überrascht über die vielen Stimmen und irritiert angesichts der Geschwindigkeit, mit der Informationen von einer Seite zur anderen wandern. Und trotzdem scheint niemand etwas zu hören, trotzdem scheinen wir einander nicht von Angesicht zu Angesicht wahrzunehmen. Unersättlicher Konsum, Armut, bewaffnete Konflikte und Ungleichheit sind Plagen, die unser einziges Zuhause bedrohen: Mutter Gaia, Mutter Erde, “Pachtmama” (wie “Mutter Welt” in der Sprache der Ureinwohner Südamerikas, der Aymaras, heißt).

Es ist an der Zeit, eine Pause einzulegen; wir waren beständig unterwegs auf unseren persönlichen Wegen und in unseren gemeinsamen Anstrengungen. Wahrscheinlich haben wir eine Menge Arbeit in das Lösen vieler Probleme gesteckt, wahrscheinlich waren wir unermüdlich auf der Jagd nach Lösungen, vielleicht haben wir für neue Träume gekämpft… und nun ruft uns die Tradition unseres Glaubens in eine Zeit der Ruhe. Aber können wir ruhig sein in einer Welt mit so viel Lärm, so vielen Bildern, so vielen Notwendigkeiten…?

Leaf and sun

Das Buch des Propheten Joel scheint in einer Welt entstanden zu sein, die von Widersprüchen geschüttelt war. Eine große Plage verwüstet das Land, und inmitten dieser Katastrophe verheißt Gott die Ausgießung des Heiligen Geistes. In Joel 2 finden wir eine der Lesungen, die uns dazu anregt, an Aschermittwoch, dem Beginn der Fastenzeit, eine Pause einzulegen. Einer der Verse darin lautet: “Zerreißt eure Herzen und nicht eure Kleider.” Unser Herz zu zerreißen könnte als symbolische Handlung für Buße und Reue verstanden werden, aber es kann auch eine Einladung dafür sein, verletzlich, verwundbar und angreifbar zu sein. Für einen Moment, bring deine Stimme zum Schweigen; für einen Moment, unterbrich deine Tätigkeiten, um verwundbar zu sein und in unserer Umgebung auf Gott zu hören. Derselbe Text lädt uns auch ein, die Posaunen zu blasen. Gibt es ein lauteres Instrument als die Posaune? Die Posaune wird geblasen, um die gesamte Gemeinschaft zu versammeln; nicht eine_r soll fehlen. Lasst uns all diejenigen herbeirufen, die verärgert sind und diejenigen, die fröhlich sind; lasst uns die Schwachen herbeirufen und die Starken. Auch wenn der Text diese Gemeinschaft in einem recht engen Ausmaß versteht, in anderen Worten, nur als die Gemeinschaft Zions, lesen wir diesen Text heute aus einer globalen Perspektive und durch die Linse der Inklusion. Es ist ein Moment für persönliche stille Zeit, ein Augenblick des Wartens inmitten unserer Schwachstellen, und gleichzeitig laut alle herbeizurufen; nicht nur diejenigen, mit denen wir schon immer unterwegs waren, nicht nur diejenigen, die uns immer hören, sondern alle Menschen Gottes, die gesamte Menschheit.
Lasst uns in unseren Gebeten unsere starken Meinungen mal ruhen lassen und lasst uns die Posaunen blasen, um alle Menschen Gottes zusammenzurufen, ob wir sie mögen oder nicht, ob wir sie gut kennen oder ignoriert haben; und der Geist Gottes wird über uns ausgegossen werden.

Wir in der MCC, ein aus der Verbannung, aus den Rändern und Differenzen herausgerufenes Volk, wir haben heute eine besondere Verantwortung, unsere eigenen Sichtweisen und Ambitionen mal zur Seite zu legen und in ohrenbetäubender Stille vor Gott zu verweilen. Wir sollten die Posaune blasen, um die gesamte Gemeinschaft zusammenzurufen und die lebendige Gott zu treffen, die inmitten uns allen wohnt. Die Polyphonie unserer Stimmen wird uns erlauben, die Symphonie Gottes zu hören. Sicher, die Welt war bedroht durch die Plage der Menschheit: unsere Praktiken des Ausschließens und des Individualismus, die unsere Leben in Gefahr bringen. Lasst uns unsere Herzen zerreißen und uns darauf vorbereiten, die Stimme Gottes zu hören, die nach allen Köpern und Körperschaften schreit.

Lenten Worship Resources 2016

Our theme for Lent 2016 is

Nurturing the Questions: Journey of Renewal

Flower in rocks“Have patience with everything unresolved in your heart and try to love the questions themselves… the point is to live everything. Live the questions now. Perhaps then, someday far in the future, you will gradually, without even noticing it, live your way into the answer.”

poet Rainer Maria Rilke

 

In Lent, we experience a holy season of preparation, preparing for the new life of Easter. Traditionally, this preparation has been about “giving up” something, about sacrificing pleasure. In recent years, there’s been a move to “take on” something, usually a new spiritual practice. These are indeed ways some people have found helpful in preparing for the new life of Easter.

But, what if we look at Lent as not just a season, but a journey? And not just any journey, but a journey of renewal? And, what if, on this journey of renewal, we not only ask, but encourage, love, nurture, the questions that are begging to be brought to life in us?

 

Questions such as:

How do I live into God’s mission? For me? For my community? For the world?

Does life have to seem so hard? Is it okay if that gets me down? How can I find hope?

Will we ever know why bad things happen? How can we respond faithfully when they do?

What does it mean to belong? For me? For others? For our community?

In the face of all our challenges, how can find faith to face the future in God?

Where is God? How does God move and work in the world?

Nutriendo las preguntas: Jornada de Renovación

Flower in rocks“Ten paciencia con todo lo que este sin resolver en tu corazón y trata de amar las preguntas mismas… el punto es vivir cada momento. Vive las preguntas ahora. Tal vez entonces, algún día lejano en el futuro, poco a poco, sin siquiera notarlo, vivirás tu camino en la respuesta.”

poeta Rainer Maria Rilke

 

En Cuaresma, experimentamos un tiempo santo de preparación, preparación para la vida nueva de la Pascua. Tradicionalmente, esta preparación ha sido sobre “abandonar” algo, sacrificar el placer. En los últimos años, hay surgido un movimiento por “asumir” algo, generalmente una nueva práctica espiritual. Estas son de hecho formas que algunas personas han encontrado útiles en la preparación para la vida nueva de la Pascua.
Pero, ¿qué pasa si nos fijamos en Cuaresma no solo como una temporada, sino como una jornada? ¿Y no cualquier jornada, sino un camino de renovación? Y, ¿qué pasa si, en este camino de renovación, no sólo pedimos, sino animamos, amamos, nutrimos, las preguntas que están pidiendo ser vividas en nuestras vidas?

 

Preguntas tales como:

¿Cómo vivo la misión de Dios? ¿Para mi? ¿Para mi comunidad? ¿Para el mundo?

¿La vida tiene que parecer tan difícil? ¿Está bien si me deprime? ¿Cómo puedo encontrar esperanza?

¿Sabremos algún día por qué suceden cosas malas? ¿Cómo podemos responder fielmente cuando suceden?

¿Qué significa pertenecer? ¿Para mi? ¿Para los demás? ¿Para nuestra comunidad?

Frente a todos nuestros desafíos, ¿Cómo puedo encontrar fe para afrontar el futuro en Dios?

¿Dónde está Dios? ¿De qué forma Dios se mueve y actúa en el mundo?


First Sunday in Lent  February 14, 2016

Nurturing Questions of Meaning and Purpose

Primer Domingo de Cuaresma, 14 de febrero de 2016

Nutriendo las Preguntas de Significado y Propósito

Second Sunday in Lent  February 21, 2016

Nurturing Questions of Lamentation and Doubt

Segundo Domingo de Cuaresma, 21 de Febrero de 2016

Nutriendo las Preguntas de Lamentación y Duda

Third Sunday in Lent  February 28, 2016

Nurturing Questions of Suffering and Evil

Tercer Domingo de Cuaresma 2016

Nutriendo las Preguntas: Jornada de Renovación

Fourth Sunday in Lent  March 6, 2016

Nurturing Questions of Belonging and Community

Cuarto Domingo de Cuaresma 2016 Recursos Litúrgicos

Nutriendo las preguntas: Jornada de Renovación

Fifth Sunday in Lent  March 13, 2016

Nurturing Questions of Fear and Faith

Quinto Domingo de Cuaresma 2016

Nutriendo las Preguntas: Jornada de Renovación

Palm Sunday March 20, 2016

Nurturing Questions of Where and How God Works


Worship Service Samples: 
 
Links for Current MCC Resources for Special Days in and near Lent:

Current MCC Resources for Black History Month, Women’s History Month and Transgender Day of Visibility

 

Meditación Cuaresmal Pascua Domingo (5 de abril de 2015)

Meditación-Cuaresmal

Rev. Obispa Dra. Mona West
Pascua es un Verbo

Me ha llamado mucho la atención el número de sustantivos que se están convirtiendo en verbos en estos días, especialmente en el mundo de la tecnología: google, skype, marcadores, correo electrónico, texto, mensaje, amigo / no amigo. Verbificar o laverbificación (que también es un sustantivo que se convirtió  en un verbo) es un proceso natural de la lengua el cómo los sustantivos se incrustan más en nuestro vocabulario como algo que hacemos así como algo que son. Aunque ‘ marica’ no es un sustantivo (es un adjetivo) ICM ha afirmado esta palabra como un verbo en nuestros esfuerzos para resistir, subvertir y cuestionar (consultar) las estructuras y sistemas opresivos. ¡Hay algo que decir sobre este tipo de acción de convertir en verbos!

 

Mi querida amiga del seminario, Dawn Ripley, fue la primera persona que compartió conmigo que Pascua es un verbo. Ella citó este verso del poema de Gerard Manly Hopkins: Permitamos que la Pascua de Dios en nosotrossea el alba en nuestra penumbra, sea la Pascua escudo carmesí. En mi infancia como bautista del sur, el sustantivo Pascua significaba que iba al cielo. Tenía muy poco que ver con mi vida presente antes de llegar al cielo. Afirmando la Pascua como verbo ha producido “nueva vida” como parte de cada día en esta vida.

Por lo tanto, si afirmamos que Pascua es un verbo… ¿cómo lo conjugamos?

Yo Pascua                               Nosotros / Nosotras Pascuas

Tú Pascua                               Ustedes Pascuas

El / Ella / Ello Pascua              Ellos / Ellas Pascuas

Yo Pascua. Comencemos con la primera persona del singular. Como a María Magdalena en la tumba, Jesús nos llama a cada uno de nosotros por nuestro nombre. Y cuando escuchamos a Jesús pronunciando nuestro nombre, él Pascua en nosotros, él es el alba en nuestra penumbra. Pascua no es sólo una fiesta que celebramos, o una doctrina que creemos o debatimos. Pascua se presenta dentro de nuestra existencia. Jesús resucita en mí, en ti. Yo Pascua. Es lo que María hizo cuando ella les dijo a los discípulos que Jesús estaba vivo-ella estaba siendo Pascua. Yo Pascua cada vez que tomo decisiones a favor de la vida, en lugar de la muerte. Yo Pascua cada vez que anuncio, o señalo la vida ofreciendo lugares donde Dios trabaja en el mundo y en mi vida.

 

Tú Pascua. La segunda persona del singular. Si María hubiera sido la única persona en tener la experiencia de Pascua; si ella hubiera mantenido para sí misma o pensado que sólo tenía significado para ella y no para nadie más, la historia de la resurrección se hubiera quedado en un secreto. Tú Pascua. El mismo hacer Pascua está sucediendo en mí, está aconteciendo en ti. Estoy convencida que los conflictos que vivimos en nuestras iglesias sería resueltos si nosotros reconocemos la Pascua de Jesus en cada persona.

 

Él / Ella / Ello Pascua. Tercera persona del singular. En el Libro a los Romanos, el apóstol Pablo anuncia que toda la creación gime por redención. Los Salmos nos dicen que Dios ofrece salvación para humanos y bestias por igual. Creo que la Pascua de Jesús no está solamente en ti y en mí, sino en todo el orden de la creación. En la creación vemos la Pascua en todo lo que nos rodea y nos invita a este evento verbal de “la recreación del nuevo día de Dios”.

 

Nosotros / Nosotras Pascuas. Primera persona del plural. Nosotros(as), la Iglesia, somos una comunidad resucitada. Todas las personas estamos llamadas a Pascua cada día-a la práctica de la resurrección-como dijo poéticamente Wendell Berry, por nuestros actos de justicia y compasión.

 

Ustedes Pascuas. Segunda persona del plural. O como decimos en mi ciudad natal del sureste, Y’all Easter. Qué significa decir “Y’all Easter”. ¿Podría significar el afirmar la vida trabajando en otras comunidades de fe, otras tradiciones religiosas? ¿Podría significar el expresar que la Pascua es un verbo inter-religioso, inter-confesional? Yo pienso que sí.

 

Ellos / Ellas Pascuas. Tercera persona del plural. Decir ‘Ellos / Ellas Pascuas’ es reconocer el trabajo que las personas realizan en todo el mundo, a favor de la justicia y la vida enfrentando la Guerra, el genocidio, la corrupción, la homofobia y la codicia. Oscar Romero, el arzobispo de El Salvador trabajó por los pobres oprimidos en su país. En 1980 fue asesinado por ser Pascua, antes de morir él dijo, “Si ustedes me matan, resucitaré en los corazones de mi pueblo”. Ellos Pascua. Ellas Pascua.


Un escritor ha dicho que la resurrección “es la mayor acción verbal de Dios, el SÍ de Dios a la nueva vida… Los peores seres humanos no tienen la última palabra. La crueldad, el odio y la violencia no tienen la última palabra”. La Resurrección es la palabra final de Dios, una y otra vez. Nosotros conocemos está gran acción verbal en ICM. Es por lo que invitamos a las personas a Ser ICM, Ser Pascua.

  • Meditación Cuaresmal Pascua Domingo (5 de abril de 2015)
  • Lenten meditation for Easter Sunday (5 April 2015)
  • Meditación Cuaresmal el Viernes Santo (3 de abril de 2015)
  • Lenten meditation for Good Friday (3 April 2015)
  • Meditación Cuaresmal el Jueves Santo (2 de abril de 2015)
  • Lenten meditation for Maundy Thursday (2 April 2015)
  • Meditación Cuaresmal el Domingo de Pasión (29 de marzo de 2015)
  • Lenten meditation for Liturgy of the Passion (29 March 2015)
  • Meditación Cuaresmal el Domingo de Ramos (29 de marzo de 2015)
  • Lenten meditation for Palm Sunday (29 March 2015)
  • Meditación Cuaresmal Quinto Domingo (22 de marzo de 2015)
  • Lenten meditation for the fifth Sunday (22 March 2015)
  • Meditación Cuaresmal Cuarto Domingo (15 de marzo de 2015)
  • Lenten meditation for the fourth Sunday (15 March 2015)
  • Lenten Meditation for the Third Sunday (8 March 2015)
  • Meditación Cuaresmal Tercer Domingo (8 de marzo de 2015)
  • Meditación Cuaresmal Segundo Domingo (1 de marzo de 2015)
  • Lenten Meditation for the Second Sunday (1 March 2015)
  • Meditación Cuaresmal Primer Domingo (22 de febrero de 2015)
  • Lenten Meditation for the First Sunday (22 February 2015)
  • Meditación Cuaresmal Miércoles de Ceniza (18 de febrero de 2015)
  • Lenten Meditation for Ash Wednesday (18 February 2015)
  • Lenten meditation for Easter Sunday (5 April 2015)

    Lenten Meditations

    by Rev. Elder Mona West, Ph.D.

    Easter is a Verb

    I have been struck by the number of nouns that are turning into verbs these days, especially from the world of technology: google, skype, bookmark, email, text, message, friend / unfriend. Verbing, or verbification (which is also a noun turned into a verb), is a natural process of language as nouns become more embedded in our vocabulary as something we do as well as something they are. Although ‘queer’ is not a noun (it is an adjective), MCC has claimed this word as a verb in our efforts to resist, subvert, and question (query) oppressive systems and structures. There is something to be said for this kind of verbing action!

     

    My dear friend from seminary, Dawn Ripley, was the first person to share with me that Easter is a verb. She quoted this line from a poem by Gerard Manly Hopkins: Let God Easter in us, be a dayspring to the dimness of us, be a crimson-crested East. In my Southern Baptist upbringing, the noun Easter meant I was going to heaven. It had little to do with my life in the meantime. Claiming Easter as a verb has made ‘new life’ a part of each day in this life.

    So, if we claim Easter as a verb, how do we conjugate it?
    I Easter                             We Easter
    You Easter                        You Easter
    He, She, Ze, It Easters     They Easter

    I Easter. We start with the first person singular. Like Mary Magdalene at the tomb, Jesus calls each of us by name. And when we hear Jesus call our name, he Easters in us; he is the dayspring to the dimness in us. Easter is not some holiday we celebrate or some doctrine we believe or debate. Easter gets inside us. Jesus is resurrected into me, into you. I Easter. That is what Mary did when she told the disciples Jesus was alive — she was Eastering. I Easter every time I make choices for life instead of death. I Easter every time I announce, or I point out the life-giving places where God is at work in the world and in my life.

    You Easter. Second person singular. If Mary had been the only one to experience Easter, if she had kept it to herself or thought it was only meant for her and no one else, the story of the resurrection would have been kept a secret. You Easter. The same Eastering that is happening in me is happening in you. I believe many of the conflicts that we experience in our churches would be resolved if we recognized Jesus’ Eastering in each other.

    He, She, Ze, It Easters. Third person singular. In the book of Romans, the apostle Paul claims that all of creation groans for redemption. The Psalms tell us that God provides salvation for human and beast alike. I believe Jesus Easters not only in you and me, but in all of the created order. In creation, we see Eastering all around us, and we are invited into this verbal event of “God’s re-creation of the new day.”

    We Easter. First person plural. We, the church, are a resurrection community. We are called to Easter every day — to practice resurrection — as poet Wendell Berry put it, by our acts of justice and compassion.

    You Easter. Second person plural. Or as we say in my hometown in the Southern U.S., Y’all Easter. What does it mean to say, “Y’all Easter”? Could it mean affirming the life-giving work of other faith communities, other religious traditions? Could it mean saying that Easter is an interfaith, interreligious verb? I believe so.

    They Easter. Third person plural. To say ‘They Easter’ is to acknowledge the work of people all over the world who Easter forth justice and life in the face of war, genocide, corruption, homophobia, and greed. Oscar Romero, the archbishop of El Salvador, worked for the oppressed poor in his country. In 1980, he was murdered for his Eastering, but before he died, he said, “If you kill me, I will rise again in the hearts of my people.” They Easter. They Easter.

    One writer has said that resurrection is “God’s great verbing action, God’s Yes to new life…. The worst humans can do is not the final word. Cruelty, hatred, and violence do not have the final word.” Resurrection is God’s final word, over and over and over again. We know about this great verbing action in MCC. That is why we invite people to ‘be MCC.’ This Easter Sunday, be MCC, be Easter.

  • Meditación Cuaresmal Pascua Domingo (5 de abril de 2015)
  • Lenten meditation for Easter Sunday (5 April 2015)
  • Meditación Cuaresmal el Viernes Santo (3 de abril de 2015)
  • Lenten meditation for Good Friday (3 April 2015)
  • Meditación Cuaresmal el Jueves Santo (2 de abril de 2015)
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  • Meditación Cuaresmal el Domingo de Pasión (29 de marzo de 2015)
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  • Meditación Cuaresmal Cuarto Domingo (15 de marzo de 2015)
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  • Meditación Cuaresmal Miércoles de Ceniza (18 de febrero de 2015)
  • Lenten Meditation for Ash Wednesday (18 February 2015)
  • Meditación Cuaresmal el Viernes Santo (3 de abril de 2015)

    Meditación-Cuaresmal

    Rev. Obispa Darlene Garner

    El Espíritu Santo también atestigua a nuestro favor…
    “Pondré mis leyes en sus corazones, y las escribiré en su mente…
    Nunca más me acordaré de sus pecados y sus acciones”.
    Dónde no hay perdón por esas cosas, ya no existirá un sacrificio por los pecados.
    Hebreos 10:15-18 (NRSV)

     

    El enfoque de esta reflexión del Viernes Santo es de la Carta a los Hebreos. Esta carta fue escrita a los cristianos primitivos cuya nueva fe les había sometido a persecución, encarcelamiento y pérdida de bienes. El escritor les alienta a continuar en la fe y en hacer buenas obras porque sus dificultades no habían sido en vano. El décimo capítulo en particular presenta la crucifixión como el plan eterno de Dios centrados en Cristo Jesús y alienta a la gente a ver ese día fatídico como la razón para que puedan participar de una nueva forma de vida, hecha posible a través del evento de la Cruz.

     

    Según la tradición judía, Dios inscribe el destino de cada persona para el año que viene en el libro de la vida en Rosh Hashaná y espera hasta Yom Kipur (el día de la expiación) para sellar el veredicto. Durante los Días del Temor (los diez días entre Rosh Hashaná y Yom Kipur), un judío intenta modificar su comportamiento y buscar el perdón por las injusticias cometidas contra Dios y contra otros seres humanos. Al final del Yom Kippur, es de esperar que ellos hayan sido perdonados por Dios.[i]

     

    En tiempos antiguos, el sumo sacerdote del templo tenía una función muy especial en Yom Kipur. Sólo en este día cada año, el sumo sacerdote iría detrás de la cortina del templo, entraría en el lugar Santísimo y rociaría la sangre del Cordero sacrificado en el Arca de la Alianza. Esta acción litúrgica tuvo el efecto de limpieza de la totalidad del pecado de Israel y renovar su relación de pacto con Dios. El escritor de Hebreos considera el sacrificio de Jesús como reemplazo de una vez por todas, de la necesidad de este rito anual de la expiación.

     

    Una interpretación cristiana común de la crucifixión es que Jesús es el cordero del sacrificio y el sumo sacerdote. Se ofreció hasta la muerte como el último sacrificio de expiación, de una vez y para siempre, por el pecado humano. Porque la cortina del templo fue rasgada cuando murió, no sólo el sumo sacerdote, sino todo el mundo entonces tenían acceso directo a Dios. Cuando murió Jesús, entonces tomaron su propia sangre en el santuario celestial y lo roció delante de Dios en el lugar Santísimo del Templo Celestial. A través de la muerte de Jesús y su sacrificio de sangre, ya no hay necesidad de más sacrificios porque Dios perdonó el pecado humano para siempre. Para quienes optan por responder a este acto de amor de Dios, ahora sólo hay amor eterno y perdón.

     

    Puesto que Dios ya nos ha perdonado, me pregunto qué pasaría si los cristianos eligieron el viernes santo como el único día del año cuando vivimos como gente perdonada. La gente perdonada no está motivada por el miedo. La gente perdonada no abriga resentimientos. La gente perdonada no abusa de otros. La gente perdonada no miente, engaña o robar. La gente perdonada perdona a las personas.

     

    Creo que ahora tales personas como Mahatma Gandhi, Nelson Mandela y Martin Luther King, Jr. Cada uno de ellos había sido perseguido y encarcelado por atreverse a proclamar a sus opresores que toda vida es importante. Aún a pesar de las horribles formas en que ellos habían sido tratados y las múltiples pérdidas que ellos habían soportado, no estaban amargados y buscaron venganza contra quienes les habían hecho tan mal. En cambio, perdonaron a sus opresores – continuando como la gente perdonada a conducir luchas no violentas por la justicia que cambió la historia de la humanidad.

     

    ¿Se imaginan el impacto que podría tener si la gente del mundo buscara y otorgara perdón el Viernes Santo? Si lo hicimos como personas que Dios ha perdonado ya, yo creo que los males que hacemos uno contra el otro se rectificaría. Cada actitud de opresión, fanatismo y prejuicio se transformaría en actos de compasión, misericordia y amor. Cesarían las guerras y el hambre podría ser alimentada cuando se conviertan las espadas en arados. La Madre tierra podría ser sanada, se fijaría bien las relaciones rotas y toda vida realmente importaría porque ese día la justicia fluiría como agua y la rectitud como una poderosa corriente.

     

    Aunque puedo estar equivocada, no puedo ayudar, pero creo que tal Revolución del Viernes Santo podría ser lo que más se necesita. En efecto, el perdón es lo que se necesitará para que nos transformemos mientras podamos transformar el mundo.

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    Lenten Meditations

    by Rev. Elder Darlene Garner

     

    The Holy Spirit also testifies to us…
    “I will put my laws in their hearts, and I will write them on their minds….
    I will remember their sins and their lawless deeds no more.”
    Where there is forgiveness of these, there is no longer any offering for sin.
    Hebrews 10:15-18 (NRSV)

    The focus of this Good Friday reflection is from the Letter to the Hebrews. This letter was written to early Christians whose new faith had subjected them to persecution, imprisonment, and loss of property. The writer is encouraging them to continue in faith and in doing good works because their hardships had not been in vain. The 10th Chapter in particular presents the Crucifixion as the eternal plan of God focused in Jesus Christ and encourages the people to see that fateful day as the reason for them to engage a new way of life made possible through the Cross event.

     

    According to Jewish tradition, God inscribes each person’s fate for the coming year into the Book of Life on Rosh Hashanah and waits until Yom Kippur (the Day of Atonement) to “seal” the verdict. During the Days of Awe (the ten High Holy Days between Rosh Hashanah and Yom Kippur), a Jew tries to amend his or her behavior and seek forgiveness for wrongs done against God and against other human beings. At the end of Yom Kippur, one hopes they have been forgiven by God.[i]

     

    In ancient times, the high priest of the temple had a very special function on Yom Kippur.  Only on this one day each year, the high priest would go behind the temple curtain, enter the Holy of Holies, and sprinkle the blood of the sacrificial lamb on the Ark of the Covenant. This liturgical action had the effect of cleansing the whole of Israel from sin and renewing their covenant relationship with God. The writer of Hebrews regarded the self-sacrifice of Jesus as replacing, once and for all, the need for this annual ritual of atonement.

     

    A common Christian interpretation of the Crucifixion is that Jesus is both the Sacrificial Lamb and the High Priest. He offered himself unto death as the ultimate, once and forever, sacrificial atonement for human sin. Because the temple curtain was torn open as he died, not only the high priest, but also everyone else then had direct access to God. When he died, Jesus then took his own blood into the heavenly sanctuary and sprinkled it before God in the holiest place of the heavenly temple. Through Jesus’ death and blood sacrifice, there is no longer a need for further sacrifices because God forgave human sin forever. For those who choose to respond to this act of God’s love, there is now only eternal love and forgiveness.

     

    Since God has already forgiven us, I wonder what would happen if Christians chose Good Friday as the one day out of the year when we live as forgiven people. Forgiven people are not motivated by fear. Forgiven people do not harbor resentments. Forgiven people do not abuse others. Forgiven people do not lie, cheat, or steal. Forgiven people forgive people.

     

    I think now of such people as Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, and Martin Luther King, Jr. Each of them had been persecuted and imprisoned for daring to proclaim to their oppressors that all lives matter. Yet, in spite of the horrible ways that they had been treated and the multiple losses that they had endured, they did not become embittered and seek revenge against those who had done them so wrong. Instead, they forgave their oppressors, continuing on as forgiven people to lead non-violent struggles for justice that changed human history.

     

    Can you imagine the impact it could have if people the world over would seek and grant forgiveness on Good Friday? If we did this as people who God has already forgiven, I believe that the wrongs we do against one another would be set right. Every attitude of oppression, bigotry, and bias would be transformed into acts of compassion, mercy, and love. Wars would cease, and the hungry would be fed, as swords are turned into plowshares. Mother Earth would be healed, broken relationships would be mended, and all lives really would matter because on that day justice would roll like water and righteousness like a mighty stream.

     

    Though I might be wrong, I cannot help but believe that such a Good Friday Revolution just might be the thing that is needed most. Indeed, forgiveness is what it will take for us to transform ourselves as we transform the world.

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    Meditación-Cuaresmal

    Rev. Obispa Dra. Nancy Wilson

    1 Corintios 11: 23-26

     

    Transmitiendo lo que hemos recibido

     

    Recientemente, he recibido en el correo postal una valiosa colección de algunos diarios de principios a mediados de las décadas de los 30s y 40, de mi abuela. Describe con muchos detalles la vida durante la Depresión en la ciudad rural y pequeña de New England.  El cómo ellos vivieron, se apoyaron unos a otros, a la gran familia y a los vecinos. Qué hacían para divertirse, que tipo de alimentos comieron. Cuán tan duro trabajaron y caminaron por las veredas de la nieve en el invierno brutal. Recogieron 10 cuartos de arándanos e hicieron pies para vender o regular. Sobreviviendo a las dificultades y la pérdida.

     

    Me hizo pensar en todo lo que hemos recibido de ellos.

     

    No está en los diarios, pero mi abuela me dijo que en los días más oscuros de la Depresión, muchos estaban desanimados, buscando trabajo, tratando de sobrevivir. Dijo que, aunque era Bautista, la unidad le salvó la vida. Dijo, sin más explicación, que sus grupos de apoyo, haciendo hincapié en los principios del pensamiento positivo, salvaron su vida y su matrimonio. La unidad se convirtió en un suplemento a su fe Bautista, una fuente de fortaleza y esperanza para toda la vida.

     

    Paul comparte, en este pasaje, lo que recibió de parte del Señor, directamente, pero también lo que había sido pasado a él de esa primera generación de testigos de la última cena, la muerte y resurrección de Jesús.

     

    Recuerdo mis primeras comuniones en ICM, en las cuales me dijeron que el pasaje de Mateo fue recitado a menudo durante la liturgia de comunión: “Venid a mí todos ustedes que están cansados y agobiados y yo os haré descansar. Llevad mi yugo sobre vosotros y aprended de mí, que soy manso y humilde de corazón, y hallaréis descanso para vuestras almas. Porque mi yugo es suave y mi carga es liviana”. En esos primeros días, como en muchos lugares, las personas llegaron a las puertas de ICM agotadas por la opresión política, psicológica y espiritual que experimentaron. Escuchar de descanso y benignidad, de humildad y flexibilización de las cargas era y es salvar vidas.

     

    Durante la mayor parte de mi vida en el ministerio, he consagrado y servido la comunión cada domingo. Estos días, mientras que celebró y sirvo comunión ocasionalmente, estoy a menudo sentada en la banca, de las primeras filas en mi iglesia. Siempre estoy mirando el flujo de las personas caminando para recibir la comunión, quebrantadas y siendo curadas, alegres, sosteniéndose unos a otras, renovadas, bendecidas.  Ser parte de eso, todos los domingos, es sacramental para mí.

     

    Como creyentes, recibimos más de lo que realmente hacemos. Recibimos la gracia que es milagrosa y no negada.

     

    Estas palabras de Paul, de Jesús, son preciosas, palabras antiguas. Semana por semana, en el misterio que es la Eucaristía, que todavía recibimos directamente de parte Jesús, el Dios de nuestros antepasados y del momento presente. Lo que nosotros recibimos y compartimos, fielmente a la próxima generación.

     

    “Maravillosas palabras,” esa elevación de cargas y nos da poder para ser ICM, para ser el pueblo de Dios en un mundo cansado, anhelante de justicia y esperanza.

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    Lenten Meditations

    by Rev. Elder Dr. Nancy Wilson

     

    1 Corinthians 11:23-26

     

    Handing On What We Have Received

    Recently, I received in the mail a treasure trove of some of my grandmother’s diaries from the early to mid-1930’s and 1940’s. It describes in great detail life during the Depression in rural and small town New England (USA). How they eeked out a living, took care of each other, extended family, and neighbors. What they did for fun, what food they ate. How hard they worked, and trekked through the snow drifts of brutal winters. Picking 10 quarts of blueberries and making pies to sell or give away. Surviving hardship and loss.

     

    It made me think of all we have received from them.

     

    It is not in the diaries, but my grandmother told me that in the darkest days of the Depression, so many were despondent, looking for work, trying to survive. She said that though she was a Baptist, Unity saved her life. She told me, without more explanation, that their support groups, emphasizing principles of positive thinking, saved her marriage and her life. Unity became a lifelong supplement to her Baptist faith, a source of strength and hope.

     

    Paul shares, in this passage, what he received from the Lord, directly, but also what had been passed on to him from that first generation of eyewitnesses to the Last Supper and the death and resurrection of Jesus.

     

    I remember my earliest communions in MCC, in which I was told that the passage from Matthew was often recited during the communion liturgy: “Come to me, all you who are weary and burdened, and I will give you rest. Take my yoke upon you and learn from me, for I am gentle and humble in heart, and you will find rest for your souls. For my yoke is easy, and my burden is light.” In those earliest days, as in many places now, people arrived on the doorstep of MCC exhausted from the spiritual, psychological, and political oppression they experienced. To hear of rest and gentleness, of humility and easing of burdens, was — and is — life-saving.

     

    For most of my life in ministry, I consecrated and served communion every Sunday. These days, while I celebrate and serve occasionally, I am often in the pew, near the front, at my home church. I am always transfixed watching people stream forward for communion, broken open and being healed, joyful, holding on to each other, refreshed, blessed. Just being part of that, every Sunday, is sacramental for me.

     

    As believers, we receive before we do anything else. We receive grace that is unearned and miraculous.

     

    These words of Paul, of Jesus, are precious, ancient words. Week by week, in the mystery that is the Eucharist, we still receive them directly from Jesus, from the God of our ancestors, and of this present moment. We receive them and hand them on, faithfully to the next generation.

     

    “Wonderful words” that lift burdens and empower us to BE MCC, to be the people of God in a weary world, a world longing for justice and hope.

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